Há tempos ela tem sido uma paixão avassaladora na vida dos homens... Companheira de tantos momentos, alegrias, tristezas e saudades.
Quando é antiga, chega carregada de nostalgia e quando nova nos embriaga de expectativas, causando aquele friozinho na barriga e aquela curiosidade: “O que está por vir?”, que só será sanada quando as ondas invadirem por completo sua alma e você se encantar, ou não, com a novidade.
Por vezes ela vai ter guiar, te mostrar o caminho... E por outras te confundir todo.
Vai entrar na sua mente, te fazer refletir. Tu vai achar que o que ela diz, naquela hora, bem naquele momento é um “sinal”.
Ela vai te seguir, por onde você for. E mesmo que tentar esquece–lá, será em vão. Ela impregna.
Ela te fará sorrir sozinho, querer voltar no tempo, dançar loucamente e chorar, também loucamente. Ela tem o poder de te fazer flutuar, viajar para outros mundos.
Ela...(Como Nelson Motta nomeou em um de seus livros) “Música, Humana Música”.
quarta-feira, 26 de maio de 2010
sexta-feira, 14 de maio de 2010
Da Bossa a Cena “Indie”
Retrospectiva do início da MPB aos dias de hoje
Ela chegou suave, doce e contagiante. Veio com Tom Jobim, nas letras de Vinicius de Moraes e na incomparável voz de João Gilberto. Logo, outros nomes como Roberto Menescal, Nara Leão, Ronaldo Bôscoli e Carlos Lyra se encantaram e encantaram toda uma geração, ela que foi mais que um movimento musical, foi um estado de espírito, ela não foi, mas sim continua sendo a Bossa Nova.
A música brasileira vivia a paixão de Copacabana e da Bossa, quando recebeu um toque vindo de influências do rock and roll de Beatles. Guitarras elétricas dão base as músicas “Alegria, Alegria” e “Domingo no Parque”, nas vozes de Caetano Veloso e Gilberto Gil. Essa que foi uma verdadeira revolução da música popular brasileira ficou conhecida como Tropicália.
A história da música brasileira carrega essas duas fases como principais movimentos que definiram e influenciaram músicos como, Chico Buarque, Elba Ramalho, Tim Maia, Elis Regina, Rita Lee, Marina Lima, entre tantos outros.
Hoje vivemos na era da cena “indie”, música independente, o músico cortou laços com as gravadoras, produz seu próprio trabalho e divulga com auxílio da Internet. Com este novo jeito de fazer música, novas gerações de cantoras desabrocham com uma MPB contemporânea cheia de talento, entre as novas promessas da música brasileira: Maria Rita, Vanessa da Mata, Maria Gadú, Céu (foto), Otto, Ana Cañas e Mariana Aydar.
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