Caio. F Abreu
terça-feira, 14 de dezembro de 2010
E embora alguns digam "tanto faz", eu digo que te amo
Caio. F Abreu
segunda-feira, 13 de dezembro de 2010
Mudanças...
Todos no fundo estão a procura de uma mudança. Eu tenho buscado incessantemente por algumas, mas confesso que não me mexo muito para de fato alcançá-las. Acho que isso também acontece com todos, salvo poucas exceções.
Por que é tão difícil começar uma mudança, quando sabemos que precisamos dela? Falta um incentivo, um empurrãozinho, chegar naquele momento que não tem mais jeito: “ou vai ou racha”?
Minhas mudanças estão com os prazos de validades vencidos, há muito vencidos. Apesar de achar que o meu “ou vai ou racha” já bateu em minha porta diversas vezes e eu simplesmente a fechei, “nem fui e nem rachei”.
Pode parecer aquele blá blá blá de fim de ano. E na verdade é mesmo aquele blá blá blá de fim de ano!
Mas o que pode ser um incentivo maior para mudanças, se não um novo ciclo? Querendo ou não, criamos expectativas e depositamos nele metas, planos, sonhos... (chame como quiser).
Não, eu não vou colocá-las num papel, enumerá-las por prazo de validade, ou pela intensidade do sufocamento que me causam. Mas vou sim, junto deste ano e todo o blá blá blá que vier com ele, colocá-las em prática.
domingo, 5 de dezembro de 2010
Iniciação
Lembro que naquela manhã abri os olhos de repente para um teto claro e minha mão tocou um espaço vazio a meu lado sobre a cama, e não encontrando procurou um cigarro no maço sobre a mesa e virou o despertador de frente para a parede e depois buscou um fósforo e uma chama e fumei fumei fumei: os olhos fixos naquele teto claro. Chovia e os jornais alardeavam enchentes. Os carros eram carregados pelas águas, os ônibus caíam das pontes e nas praias o mar explodia alto respingando pessoas amedrontadas. A minha mão direita conduzia espaçadamente um cigarro até minha boca: minha boca sugava uma fumaça áspera para dentro dos pulmões escurecidos: meus pulmões escurecidos lançavam pela boca e pelas narinas um fio de fumaça em direção ao teto claro onde meus olhos permaneciam fixos. E minha mão esquerda tocava uma ausência sobre a cama..."
sexta-feira, 3 de dezembro de 2010
Ps. Não esquecer de lembrar o porquê
primeira e última vez, bebemos alguma coisa, brindamos alguma coisa,
conversamos, rimos, se beijamos, se beijamos, se beijamos... vamos pra
um hotel qualquer, fazemos amor loucamente, por horas, também como se
fosse a primeira e última vez, trocamos carinhos, dormimos juntos,
amanhã acordamos olhamos um para o outro e não sabemos o que fazer,
brigamos, discutimos, eu choro, prometemos nunca mais se ver, chegamos
a conclusão que não dá mais e vai cada um para um lado."
quinta-feira, 2 de dezembro de 2010
Nosso medo de assumir riscos nos deixa viciados no depois
segunda-feira, 22 de novembro de 2010
"...Ás vezes eu fico imaginando como as coisas acontecem. Primeiro vem o dia, tudo acontece naquele dia. Até chegar a noite, que é a melhor parte. Mas logo depois vem o dia de novo, e vai, e vai, e vai... E é sem parar. A única coisa que não tem mudado é o Santa Cruz que nunca mais pegou nada, mas nem título de honra. E eu não ter encontrado alguém que me mereça. Só se ama errado. Ah! Eu quero é que todo mundo vá tomar no cú..."
Trecho do filme Amarelo Manga
quinta-feira, 11 de novembro de 2010
Conversas de TPM
quinta-feira, 21 de outubro de 2010
Simples
quarta-feira, 16 de junho de 2010
Tudo que reluz é verde e amarelo
terça-feira, 15 de junho de 2010
Show Los Sebosos Postizos no Comitê Club
quinta-feira, 3 de junho de 2010
Aêê!! Nova opção na Augusta
Dos mesmos donos do StudioSP, o Comitê Club inaugura com a proposta de trazer shows de artistas conceituados a preços acessíveis.
Para começar bem a casa já anuncia em sua programação Otto, Los Sebosos e Arnaldo Antunes. Os ingressos estão na faixa dos 30 reais. O que não é tãão acessível assim, contando que uma cerveja Long Neck vai sair por R$ 7,50 (e olha que é Devassa). Mas também não chega a ser o preço absurdo de um Credicard, Via Funchal e Citibank da vida.
Outra coisa que achei bacana é que vai ter umas comidinhas também.
O site divulga o cardápio e me fala se não parece beeem atrativo:
Kátia Flavia - Bolinho de bacalhau, pastéis, carne seca acebolada, caldinho de feijão, mandioca frita.
Mariachi - Tortilhas, feijão com queijo e cebolinha, carne moída, salada, guacamole, molho de tomates verdes picante.
Me baseando no preço da cerveja, esperei que custassem “os olhos da cara”, mas até que não.
O combo para duas pessoas (que inclui tudo isso aí) sai por R$ 21,00.
Mais barato que um Mc, vai.
Bom, juntando tuuudo a brincadeira sai carinha, então nego, vá preparado.
quarta-feira, 2 de junho de 2010
Tulipa Ruiz no Auditório do Ibirapuera
terça-feira, 1 de junho de 2010
Modernização dos meios faz da Aldeia Global uma realidade vivida hoje
quarta-feira, 26 de maio de 2010
Ela...
Quando é antiga, chega carregada de nostalgia e quando nova nos embriaga de expectativas, causando aquele friozinho na barriga e aquela curiosidade: “O que está por vir?”, que só será sanada quando as ondas invadirem por completo sua alma e você se encantar, ou não, com a novidade.
Por vezes ela vai ter guiar, te mostrar o caminho... E por outras te confundir todo.
Vai entrar na sua mente, te fazer refletir. Tu vai achar que o que ela diz, naquela hora, bem naquele momento é um “sinal”.
Ela vai te seguir, por onde você for. E mesmo que tentar esquece–lá, será em vão. Ela impregna.
Ela te fará sorrir sozinho, querer voltar no tempo, dançar loucamente e chorar, também loucamente. Ela tem o poder de te fazer flutuar, viajar para outros mundos.
Ela...(Como Nelson Motta nomeou em um de seus livros) “Música, Humana Música”.
sexta-feira, 14 de maio de 2010
Da Bossa a Cena “Indie”
domingo, 25 de abril de 2010
Subindo no Palco
segunda-feira, 5 de abril de 2010
Onde a tecnologia vai parar?
quinta-feira, 1 de abril de 2010
Cultura na Vila
Museu Lasar Segall
Centro Cultural São Paulo
Cinemateca Brasileira
domingo, 28 de março de 2010
A Era do MP3
Quase um ano depois e eu deveria me envergonhar... Sim, eu me envergonho, não mais pois avisei como seria.
Sinto que desta vez pode ser pra valer...Ou não.
Sem promessas começo com um editorial que fiz ano passado para um projeto de revista cultural na faculdade.
A Era do MP3
Foi se o tempo em que as pessoas compravam CD's. Esta cena tem-se tornado cada vez mais rara nos dias de hoje. E isso se dá a Era do MP3. De qualquer lugar do mundo, numa questão de minutos, qualquer pessoa conectada a Internet tem acesso a música que quiser e do cantor que quiser. Tudo assim, rápido, prático e sem custo nenhum.
Esse poder que os programas e os sites oferecem ao usuário gera muita polemica. Afinal, é certo simplesmente “baixar” as músicas do artista e não pagar nada por isso? O músico ganha ou perde?
É fato que o mundo evolui sem freios rumo à modernidade e isso sempre provocou a rejeição dos mais conservadores. Como quando afirmaram o fim do rádio com o surgimento da televisão. E nos dias de hoje, cansamos de ouvir debates sobre os dias contados do jornal impresso com a chegada da Internet.
Na própria linha do tempo da história da música notamos a evolução: a era do Disco de 78 rpm (um tipo mais espesso que o vinil, com rotações por minuto e extremamente frágil), depois o famoso Disco Vinil, as Fitas K7, os Cd’s até chegar a Internet com seus MP3.
A Era do MP3 na verdade trouxe liberdade para os consumidores de música e até mesmo para os músicos que agora independem de gravadoras musicais para divulgar sua arte. O espaço que a Internet proporciona não impõe fronteiras para a descoberta do trabalho do artista, além disso, os mesmos se livram de toda a extorsão que os grandes nomes da indústria musical seguiam praticando há anos.
O número de artistas que seguem suas carreiras sem depender de gravadoras aumenta a cada dia com o auxílio de sites como o MySpace e programas de compartilhamento de música, como o Soulseek.
E essa nova era não trará prejuízo aos músicos. O lucro surgirá dos shows, quanto mais exposto é o trabalho do artista, mais ouvintes ele ganha e fã que é fã não se contenta com gravações, quer ao vivo. Todo o trabalho de divulgação de um artista na internet tem o retorno em shows.
A evolução faz parte da humanidade, não aceitá-la é retroceder. Resta agora a indústria musical se adaptar a nova era e criar maneiras de fazer parte dela.







