A Virada Cultural deste ano aposta em antigos nomes da música brasileira
Nos dias 16 e 17 de abril, a Virada Cultural realizará sua 7º edição, com 24 horas ininterruptas de música, teatro, dança, cinema e arte, que se espalham por diversos cantos da cidade. Depois de 6 anos seguidos de apresentações, o evento que é organizado pela prefeitura de São Paulo conquistou um público fiel que espera ansioso por cada edição.
A programação musical que tem como principal característica dar espaço para todos os tipos de ritmos, está ainda mais eclética. Não deixa de apresentar ao público os novos e promissores (ou não) nomes da música brasileira, porém a escolha do repertório desta edição se destaca por estar um tanto quanto saudosista.
Os palcos montados nas principais ruas, praças e avenidas da cidade são divididos por estilos musicais e em cada um deles, independente do estilo, está presente na programação alguma atração de “velha guarda”.
O palco da Barão de Limeira, por exemplo, é dedicado ao forró, logo um nome que não poderia faltar em hipótese alguma e de fato não irá faltar é Dominguinhos. Além do Rei do Baião, Genival Lacerda e Almir Sater também irão se apresentar.
Ao caminhar mais pela cidade, o espectador da Virada encontrará o som dançante de Toni Tornado e Paulinho da Viola no espaço para amantes do soul e samba, localizado no Palco República.
O principal palco da noite, “Palco Júlio Prestes”, voltado para o rock n' roll e suas vertentes, abre o show da primeira noite com Rita Lee e encerra o da segunda com as bandas Blitz e RPM.
Já no Largo do Arouche o saudosismo reina durante quase toda a programação. No palco dedicado a música brega o público encontrará shows de Erasmo Carlos, Os Incríveis, Zéu Brito e Ritchie. É, aquele mesmo da música “Menina Veneno”!
O palco da Bulevar São João será uma homenagem aos Beatles. Uma maratona trará ao palco a banda cover Beatles 4ever que relembrará todos os grandes sucessos da banda que estourou nos anos 60.
E por fim, no Sesc Pompeia o som é antigo, mas as vozes são novas. Músicos da cena atual se unem em projetos e dão vida a bandas como o Instituto que relembra as melhores músicas da fase Racional de Tim Maia. E a banda Del Rey que homenageia Roberto e Erasmo Carlos.
Claro que boa parcela do público da Virada Cultural não tem idade pra conhecer tais nomes da música brasileira, alguns talvez lembrem umas e outras, curtidas por seus pais e avós nos discos de vinil. Isto mostra o poder incrível que a música tem de viajar por entre as gerações e transcender as barreiras impostas pelo tempo.
A programação musical que tem como principal característica dar espaço para todos os tipos de ritmos, está ainda mais eclética. Não deixa de apresentar ao público os novos e promissores (ou não) nomes da música brasileira, porém a escolha do repertório desta edição se destaca por estar um tanto quanto saudosista.
Os palcos montados nas principais ruas, praças e avenidas da cidade são divididos por estilos musicais e em cada um deles, independente do estilo, está presente na programação alguma atração de “velha guarda”.
O palco da Barão de Limeira, por exemplo, é dedicado ao forró, logo um nome que não poderia faltar em hipótese alguma e de fato não irá faltar é Dominguinhos. Além do Rei do Baião, Genival Lacerda e Almir Sater também irão se apresentar.
Ao caminhar mais pela cidade, o espectador da Virada encontrará o som dançante de Toni Tornado e Paulinho da Viola no espaço para amantes do soul e samba, localizado no Palco República.
O principal palco da noite, “Palco Júlio Prestes”, voltado para o rock n' roll e suas vertentes, abre o show da primeira noite com Rita Lee e encerra o da segunda com as bandas Blitz e RPM.
Já no Largo do Arouche o saudosismo reina durante quase toda a programação. No palco dedicado a música brega o público encontrará shows de Erasmo Carlos, Os Incríveis, Zéu Brito e Ritchie. É, aquele mesmo da música “Menina Veneno”!
O palco da Bulevar São João será uma homenagem aos Beatles. Uma maratona trará ao palco a banda cover Beatles 4ever que relembrará todos os grandes sucessos da banda que estourou nos anos 60.
E por fim, no Sesc Pompeia o som é antigo, mas as vozes são novas. Músicos da cena atual se unem em projetos e dão vida a bandas como o Instituto que relembra as melhores músicas da fase Racional de Tim Maia. E a banda Del Rey que homenageia Roberto e Erasmo Carlos.
Claro que boa parcela do público da Virada Cultural não tem idade pra conhecer tais nomes da música brasileira, alguns talvez lembrem umas e outras, curtidas por seus pais e avós nos discos de vinil. Isto mostra o poder incrível que a música tem de viajar por entre as gerações e transcender as barreiras impostas pelo tempo.
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