Festival volta à cidade que originou seu nome, mas foge de sua essência
O festival de música que acontecerá em setembro e outubro deste ano tem em sua programação alguns nomes, os quais têm gerado muita polêmica. Um evento em que parte de seu nome leva a palavra rock não é de se esperar artistas como Ivete Sangalo, Claudia Leitte, Shakira, entre outros.
Esta não é uma critica às cantoras citadas, nem ao estilo que tocam. O Brasil é o país da diversidade musical, mas axé no Rock in Rio? Para isso já não existem as micaretas?! No entanto, apesar da revolta de muita gente, esta não será a primeira vez que o evento coloca na programação nomes que nada tem a ver com a sua proposta (pelo menos a que o nome sugere).
O festival de 2001 foi marcado por uma “chuva de garrafas” que o cantor Carlinhos Brown recebeu do público após subir ao palco e cantar hits como A Namorada e Rapunzel. Público este que provavelmente pagou bem caro para ouvir rock, ou algo no mínimo semelhante.
Além de se mostrar um festival sem personalidade definida (e isto desanima grande parte do público), o Rock in Rio expõe os artistas ao colocá-los diante de uma platéia fervorosa e ansiosa por um tipo de som que foge completamente do que eles estão ali para apresentar.
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